sexta-feira, 7 de maio de 2010

Nova Música do 3OH!# com a Ke$ha

3OH!3 - My First Kiss Ft. Ke$ha
[3OH!3]
My first kiss went a little like this
And twist
And twist
[Ke$ha]
Well my first kiss went a little like this
And twist
And twist
[Verso]
I said no more teachers
And no more books
I got a kiss under the bleachers
Hoping that nobody looks
Lips like liquorish
Tongue like candy
Excuse me miss but can I get you out your panties?
[Pré-refrão]
In the back of the car
On the way to the bar
I got you on my lips
[I got you on my lips]
At the foot of the stairs
With my fingers in your hair
Baby, this is it…
[Refrão] x2
She won’t ever get enough
Once she gets a little touch
If I had it my way,
You know that I’d make her say
Ooooooh
Ooooooh
[Ke$ha]
Well my first kiss went a little like this
[3OH!3]
I said no more sailors
And no more soldiers
With your name in a heart
Tattooed up on the shoulders
Your kiss is like whiskey
It gets me drunk
And I wake up in the morning with the taste of your tongue
[Pré-refrão]
In the back of the car
On the way to the bar
I got you on my lips
[I got you on my lips]
At the foot of the stairs
With my fingers in your hair
Baby, this is it
[Refrão] x2
She won’t ever get enough
Once she gets a little touch
If I had it my way,
You know that I’d make her say
Ooooooh
Ooooooh
[3OH!3]
My first went a little like this
And twist
And twist
[Ke$ha]
Well My first kiss went a little like this
And twist
And twist
[Refrão] (Falado)
She won’t ever get enough
Once she gets a little touch
If I had it my way
You know that I’d make her say
Ooooooh
Ooooooh
[Refrão] x2
She won’t ever get enough
Once she gets a little touch
If I had it my way,
You know that I’d make her say
Oooooooh
Oooooooh
She won’t ever get enough
Once she gets a little touch
If I had it my way,
You know that I’d make her say

Miley Cyrus - Can't Be Tamed (Official Music Video)

Miley Cyrus em novo clip. Agora me diga, isso é ou não é uma mistura de Britney com Lady Gaga??


Letra:
For those who dont know me
I can get a bit crazy
Have to get my way
24 hours a day
Cause im hot like that
Every guy everywhere
Just gives me mad attention
Like im under inspection
I always get til ten
Cause im built like that
I go thru guys like money
Flyin' out the ....(what?)
They try to change me
But they realize they can't
And maybe tomorrow is
A day i never planned
If you gunna be my man understand

I cant be saved
I cant be tamed
I cant be blamed
I cant cant
I cant cant be tamed
I cant be changed
I cant be tamed
I cant be (cant be)
I cant be tamed

If i see my reflection
About my intentions
Ill tell ya im not here to sell ya
Or tell ya to get to hell
*i have no idea what the chipmunk says*
Im like a puzzle but
All my peices are jagged
If you can understand this
We can make some magic
Im on like that
I wanna fly i wanna drive i wanna go
I wanna be apart of somethin i dont know
And if you try to hold me back i might explode
Baby by now you should know

I cant be saved
I cant be tamed
I cant be blamed
I cant cant
I cant cant be tamed
I cant be changed
I cant be tamed
I cant be (cant be)
I cant be tamed

I'm not a trick you play
I ride a different way
Im not a mistake
Im not a fake
Its set in my dna
Don't change me

Dont change me
Dont change me
Don't change me
(i can't be tamed)

I wanna fly i wanna drive i wanna go
I wanna be apart of somethin i dont know
And if you try to hold me back i might explode
Baby by now you should know

I cant be saved
I cant be tamed
I cant be blamed
I cant cant
I cant cant be tamed
I cant be changed
I cant be tamed
I cant be (cant be)
I cant be tamed

Veja trailers das próximas estreias baseadas em quadrinhos

A estreia de “Homem de Ferro 2″ inaugurou a safra das adaptações de quadrinhos de 2010. Algumas já estrearam no exterior. “Kick-Ass” e “Os Perdedores” não conseguiram emplacar entre o grande público americano, mas “As Aventuras Extraordinárias de Adèle Blanc-Sec” faz grande sucesso na França. Há heróis europeus, tramas sobrenaturais, comédia, filme de ação e até um western entre as sete produções inspiradas por quadrinhos que estrearão ainda este ano nos cinemas. Confira os trailers:
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Os Perdedores

A adaptação da série publicada entre 2003 e 2006 sob o selo Vertigo, a linha para maiores da DC Comics, traz a vingança de um time de elite da espionagem americana que é traído por seus superiores. Com tom engraçadinho e cheio de ação, o thriller destaca as participações de Zoë Saldana (“Star Trek”), Chris Evans (“Quarteto Fantástico”) e Jeffrey Dean Morgan (“Watchmen”). Com direção de Sylvain White (“O Poder do Ritmo”) e roteiro de Peter Berg (o diretor de “Hancock”), “Os Perdedores” teve uma estreia fraca nos EUA em 9 de abril e chega no Brasil em 4 de junho.
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Kick-Ass – Quebrando Tudo

A adaptação dos quadrinhos de Mark Millar (criador de “O Procurado”) e John Romita Jr. tem direção de Matthew Vaughn (“Stardust – O Mistério da Estrela”) e traz no elenco Nicolas Cage (“Presságio”), Chloë Moretz (“500 Dias com Ela”), Christopher Mintz-Plasse (“Superbad”) e Mark Strong (“Sherlock Holmes”). No filme, o nerd adolescente Dave Lizewski (Aaron Johnson) resolve se transformar num super-herói da “vida real”. Adotando o pseudônimo Kick-Ass, ele veste uma fantasia verde e sai para combater o crime nas ruas. O pior é que mesmo apanhando, ele acaba inspirando outros malucos a imitarem sua loucura – inclusive uma garotinha de 11 anos! Com humor corrosivo e politicamente incorreto, o filme estreia no Brasil em 11 de junho, dois meses depois do lançamento americano, que aconteceu em 16 de abril abaixo das expectativas.
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Jonah Hex

A versão de cinema do anti-herói dos quadrinhos da editora DC Comics, criado nos anos 70 como um caçador de recompensas desalmado do Velho Oeste, flerta com o sobrenatural e o estilo exagerado de seus roteiristas (Mark Neveldine e Brian Taylor, a dupla de “Adrenalina”). Josh Brolin (“Onde os Fracos Não Têm Vez”) vive Jonah Hex, que busca vingança contra o vilão Turnbull (John Malkovich), que matou sua família e mutilou sua face. No elenco também está Megan Fox, no papel de uma prostituta. Com direção de Jimmy Hayward (“Horton e o Mundo dos Quem”), “Jonah Hex” chega aos cinemas em 18 de junho nos EUA e só dois meses depois no Brasil.
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As Aventuras Extraordinárias de Adèle Blanc-Sec

A adaptação da heroína criada por Jacques Tardi em 1976 estreou em 1º lugar na França em 26 de abril. Com direção do cineasta francês Luc Besson (“O 5º Elemento”, “Joana D’Arc”) e estrelada por Louise Bourgon (“A Garota de Mônaco”), a trama se passa na Paris dos anos 20, num ambiente pós 1ª Guerra Mundial, em meio a elementos sobrenaturais, múmias e répteis pré-históricos. Besson define a obra como uma mistura de “Amelie” e “Indiana Jones”. Para quem não conhece, Adèle Blanc-Sec foi uma das primeiras heroínas feministas dos quadrinhos e uma das raras que nunca teve parceiro masculino – uma espécie de Tintim de saias. O filme será distribuído no Brasil pela Imagem em data a ser definida.
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Solomon Kane

O guerreiro Solomon Kane não nasceu nos quadrinhos, mas estrelou várias histórias no gibi da “Espada Selvagem de Conan”. Era um herói de “pulp fiction”, criado por Robert E. Howard (“Conan”), que a Marvel trouxe para os quadrinhos dos anos 70: um guerreiro puritano do século 16, que usa o cristianismo como arma contra o diabo e seus seguidores. Kane é vivido por James Purefoy (do seriado “Roma”) e o elenco inclui Rachel Hurd-Wood (“Perfume”), Alice Krige (“Star Trek: Primeiro Contato”) e Max Von Sydow (“A Ilha do Medo”). A direção é Michael J. Bassett, representante da nova geração do horror britânico, que garante a atmosfera gótica adequada. Já estreou em alguns países europeus, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
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Scott Pilgrim Contra o Mundo

No que promete ser a mais divertida adaptação de quadrinhos do ano, o diretor Edgar Wright (“Todo Mundo Quase Morto”, “Chumbo Grosso”) escala Michael Cera (“Juno”) como Scott Pligrim, um roqueiro adolescente que se apaixona por Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead, de “Duro de Matar 4″). Mas, para conquistar a garota, ele terá que enfrentar seus Sete Maléficos Ex- Namorados. O visual combina mangá, games e muita insanidade. Estão no elenco Chris Evans (“Quarteto Fantástico”), Brandon Routh (“Superman – O Retorno”), Jason Schwartzman (“Viagem a Darjeeling”), Aubrey Plaza (“Parks and Recreation”), Kieran Culkin (“A Estranha Família de Igby”), Brie Larson (“United States of Tara”), Alison Pill (“In Treatment”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Anna Kendrick (“Saga Crepúsculo”). O filme estreia em 13 de agosto nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento por aqui.
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Dylan Dog: Dead of the Night

Dylan Dog é um detetive às voltas com casos sobrenaturais. A versão hollywoodiana dos quadrinhos italianos, criados em 1986 por Tiziano Sclavi, acompanhará Dylan Dog aos pântanos da Louisiana. A produção é estrelada por Brandon Routh (“Superman – O Retorno”) e marca a estreia do canadense Kevin Monroe (da animação das “Tartarugas Ninjas”) dirigindo atores “de verdade”. O lançamento está previsto para o Halloween na Itália, mas ainda não há datas para outros países.

fonte: http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/?p=26432

Chega ao Brasil uma das melhores comédias do ano: Modern Family

No primeiro episódio de “Modern Family”, série que a Fox está estreando no Brasil (segundas, às 22h), o público é apresentado a três núcleos familiares distintos. São eles: um casal que tenta se entender com os filhos, um senhor na faixa dos 60 anos que se casou com uma latina gostosa 30 anos mais nova que ele (e ganhou junto um enteado precoce), e dois gays – um discreto e o outro extravagante – que acabaram de adotar um bebê vietnamita. A princípio, não fica delineada a conexão entre esses grupos. Só ao final do capítulo descobriremos que todos os personagens fazem parte de um único clã – a família moderna do título.
Uma das estreias mais elogiadas da temporada americana, “Modern Family” cativou o público de imediato, tornando-se o maior trunfo do bloco de comédias da ABC. A emissora carecia de programas cômicos, visto que a rival NBC exibe os seriados mais conceituados do gênero, “The Office” e “30 Rock”. Ainda assim, não dava para prever a boa repercussão da nova série, mesmo tendo sido criada por dois veteranos da TV americana, os roteiristas Steven Levitan e Christopher Lloyd (não o ator). Depois de fazerem parte da equipe de “Frasier”, os dois erraram a mão com a sitcom “Back to You”, mas voltaram a se acertar nessa nova empreitada.

Souberam fazer ótimo uso, por exemplo, daquele formato de falso documentário utilizado nas comédias de Ricky Gervais – como se os personagens estivessem sendo acompanhados por câmeras 24 horas por dia. Cientes disso, eles volta e meia encaram os cinegrafistas, preenchendo os silêncios embaraçosos com olhares constrangidos.
Não se trata, porém, de uma comédia da humilhação impiedosa, como é “Party Down” ou a própria “The Office”, só para citar duas atuais. Algo que fica bastante evidente é o desvelo com que a série é feita. Às vezes eles se metem em situações ridículas, às vezes eles se estranham por conta de suas diferenças culturais, sexuais e intelectuais; mas nunca deixam de se importar um com o outro. Esse senso de união é explícito no encerramento dos episódios, que fecham com declarações mais sentimentais e menos escrachadas, onde tudo o que é dito se encaixa lindamente com os vínculos de afeto estabelecidos entre os personagens.

O elenco de “Modern Family” é um capítulo à parte. Cada ator se assenta tão bem no seu papel que fica difícil ou mesmo impossível imaginar outro intérprete na mesma função. Não à toa, foram indicados em conjunto ao SAG, o Prêmio do Sindicato dos Atores, como Melhor Elenco em Série Cômica – aliás, “Modern Family” também descolou indicação ao Globo de Ouro, e deixa grandes expectativas para seu desempenho no próximo Emmy.
O veterano Ed O’Neill pode ter ficado eternizado como o pai de família Al Bundy em “Married with Children”, mas, segundo ele mesmo, “Modern Family” é o trabalho do qual mais se orgulhou de fazer parte em toda a carreira. Como o sessentão que se casa com a jovem latina (a impagável Sofia Vergara), ele contracena com crianças talentosas (como o garotinho que faz seu enteado e aqueles que interpretam os netos) e com atores maduros que nunca tinham conseguido se destacar anteriormente (caso de Eric Stonestreet, que rouba a cena como o gay escandaloso Cameron, e Ty Burrell, perfeito como o marido que faz de tudo para agradar a todos).

O mais bacana em “Modern Family” é justamente isso: todos tem a chance de brilhar. Todos serão aproveitados, todos terão um momento só seu, todos terão oportunidade de contracenar uns com os outros. Por isso é complicado escolher qual dos enredos é mais atraente: os três se emparelham no nível de qualidade, em termos de texto e atuação.
Também é notável que o roteiro não caia em repetições, apesar das tramas girarem com frequência em torno de detalhes da personalidade de cada um (a exuberância da latina, os exageros do gay, a carência do esposo dedicado etc). É bastante significativo, ainda, que uma série que inverte os valores da família americana tenha sido tão bem acolhida por lá. Nada em “Modern Family” corresponde à imagem da família tradicional e imaculada que o país insiste em defender – mas as questões, tratadas com imenso cuidado e bom gosto, tornam-se mais digeríveis pela abordagem, e permitem que o apelo da série se mantenha familiar. Um sinal claro de que as mudanças já chegaram e que a diversidade (cultural, sexual, racial, etária) finalmente é reconhecida e celebrada.

fonte: pipoca moderna

OMG!

Isabella e Jacob foram os nomes de bebês mais escolhido em 2009 :O

Boas intenções, elenco e diretor não redimem O Solista


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Filmes como “O Solista” costumam gerar bastante expectativa antes de chegar aos cinemas. Quando você junta um elenco de peso, um diretor queridinho da crítica e um roteiro com temática social, fica evidente que o estúdio nem vai precisar gastar tanto com propaganda.
Ao mesmo tempo, a maior dificuldade de filmes assim é justamente a expectativa do que poderia ser – e não do que realmente é. Assim, quando você vê Jamie Foxx como um sem-teto dotado de genialidade escondida que a sociedade não enxerga, a impressão é que você já viu esse filme antes, várias vezes e em diversos outros gêneros.
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O diretor Joe Wright (de “Orgulho e Preconceito”, 2005. e “Desejo e Reparação”, 2007) até tinha uma bela história em mãos, levando em consideração que “O Solista” é a adaptação do livro do Steve Lopez real, um repórter do Los Angeles Times que descobriu na vida real o talento por trás de um sem-teto que andava sem rumo com um carrinho de supermercado pelas ruas da metrópole.
Wright joga uma série de críticas sociais e políticas na tela, todas ao mesmo tempo, sem fazer muita distinção entre suas relações e sem dar tempo para que o espectador respire e possa refletir sobre elas – pior ainda, refletir sobre os personagens.
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Robert Downey Jr., teoricamente dividindo o papel de protagonista com Foxx, vive Lopez quase em modo automático, praticamente repetindo seu personagem de “Zodíaco” (2007), outro repórter.
Mas nem mesmo Jamie Foxx em grande atuação consegue fazer a diferença entre um filme apenas bom e um filme medíocre, ficando a cargo do espectador a decisão final.
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Da metade para o fim, as críticas sociais quase desaparecem e a temática passa a ser uma doença que já foi coberta em dezenas de outros filmes, talvez até de modo mais apurado e interessante.
O aproveitamento da história, contudo, é dúbio. Não à toa, “O Solista” ficou pouco tempo em cartaz nos Estados Unidos (mesmo assim, em poucos cinemas) e no Brasil quase segue direto em DVD


fonte: pipoca moderna

Diretor do desenho Ratatoille fará Missão Impossível 4

O cineasta Brad Bird, responsável pelas animações premiadas da Pixar “Os Incríveis” e “Ratatouille”, foi confirmado como diretor de “Missão Impossível 4″. Na continuação, Tom Cruise retorna ao papel de Ethan Hunt, além de co-produzir a filmagem ao lado de J.J. Abrams (diretor do terceiro filme da franquia) .
O roteiro foi escrito por Josh Applebaum e Andre Nemec (das séries “Alias” e “Life on Mars”), a partir de uma ideia de Cruise e Abrams.
O lançamento foi adiado de 27 de maio de 2011, período que vai estar lotado de produções juvenis, para 16 de dezembro do mesmo ano. As filmagens começam em cerca de três meses.